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Jesus vai te dar descanso

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Semeie com fé e obediência, cultive sua vida espiritual e colha frutos, bênçãos e justiça no tempo certo. Pr. Jonathan Nascimento   Tem uma palavra de Jesus que a maioria das pessoas conhece de cor mas poucos param para entender de verdade: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês." (Mateus 11:28) A gente ouve isso e pensa: Jesus vai tirar todo o peso, resolver todas as coisas, vai parar tudo e me colocar numa cadeira de praia espiritual enquanto Ele cuida de tudo. Mas aí vem o versículo seguinte e nos revela que não é bem assim:  "Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim." (Mateus 11:29) Ele não disse que ia tirar o jugo. Ele disse para você trocar de jugo. O jugo errado Jugo é um instrumento de trabalho. Ele existe para direcionar força e conduzir o animal no caminho certo. Ninguém carrega jugo por diversão, mas porque tem uma direção a seguir e um peso a puxar. O problema não é carregar jugo, mas carregar o j...

A Palavra de Deus te faz frutificar e abundar em tudo

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  Semeie com fé e obediência, cultive sua vida espiritual e colha frutos, bênçãos e justiça no tempo certo. “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei” (Isaías 55:10-11) A Palavra de Deus é o que faz você produzir frutos e abundar em tudo o que fizer. É por meio dela que o Pai, que é o nosso agricultor (João 15:1), opera milagres e maravilhas em sua vida. A Palavra é a semente que Deus lhe dá para semear e cultivar, por meio da sua obediência, a fim de colher os frutos na estação certa. “Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a ...

A boa parte: quando escolhemos parar para ouvir a Deus

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Marta e Maria nos ensinam sobre escolhas, prioridades e a importância de desacelerar para ouvir a voz de Deus e viver Sua presença   Bispo Luciano Nascimento e Maiara Pires   “E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa. E tinha esta uma irmã, chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços e, aproximando-se, disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe, pois, que me ajude. E, respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” (Lucas 10:38-42) A história de Marta e Maria ilustra duas visões diferentes, prioridades diferentes, posicionamentos diferentes e, principalmente, escolhas diferentes diante da presença de Deus. Marta foi a primeira a receber Jesus quando Ele chegou à sua...

Chega de entregar as sobras

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Pr. Jonathan Nascimento  Tem uma pergunta que Deus faz nesse texto que ninguém consegue responder com honestidade sem sentir o peso cair no peito: "Se eu sou pai, onde está a honra que me é devida? Se eu sou senhor, onde está o temor que me devem?" (Malaquias 1:6) Ele não está falando com ateu ou com quem nunca entrou numa igreja. Ele está falando com os sacerdotes. Com quem conhece o nome dele, frequenta o altar e sabe a linguagem do Reino. E a acusação é dura: vocês me desprezam. O povo ficou chocado. "De que maneira temos desprezado o teu nome?" Como se dissessem: "Mas a gente está aqui, estamos presentes, estamos participando." E Deus responde: com as suas atitudes. O que você faz com o que é de Deus, diz o que você pensa de Deus. O povo não disse com a boca que a mesa do Senhor era desprezível. Eles disseram isso com o que trouxeram para ela. "Trazendo comida impura ao meu altar! Ao dizerem que a mesa do Senhor é desprezível." (Malaquias 1:7...

O meu fundamento está em Deus

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  Pr. Jonathan Nascimento   Falaremos sobre algo que o mundo tenta destruir todo dia: a sua estabilidade. Tem uma pressão que a gente sente que não vem de uma pessoa ou situação específica e, sim, do ar. É aquela sensação de que o tempo está passando rápido demais, de que todo mundo está na sua frente, de que se você não correr agora vai ficar para trás para sempre. E essa pressão tem nome: é o sistema do mundo usando o calendário como arma. "O Senhor é exaltado, pois habita no alto; ele encherá Sião de retidão e justiça." (Isaías 33.5) O texto começa definindo a localização da Fonte. Deus habita no alto. E quem olha de cima vê o cenário completo. Não entra em pânico com o que parece caos lá embaixo, porque de cima a rota está clara. O seu desespero muitas vezes não é falta de solução. É falta de perspectiva. Você está olhando de dentro do problema, e de dentro tudo parece maior do que é. "Ele será o firme fundamento nos tempos a que você pertence." (Isaías 33:6a) A...

Pare de criar guerras desnecessárias

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Pr. Jonathan Nascimento   Hoje falaremos sobre algo que destrói mais do que qualquer crise financeira: o ego inflado que cria guerras que não precisavam existir.  Tem um tipo de destruição que não vem de fora. Não é o concorrente, não é a crise do mercado, não é o sócio que traiu. É uma destruição que nasce dentro, alimentada pela barriga cheia e pelo ego inflado. A história de Nabal é sobre isso. "Seu nome era Nabal e o nome de sua mulher era Abigail, mulher inteligente e bonita; mas seu marido, descendente de Calebe, era rude e mau." (1 Samuel 25:3) Nabal era rico de verdade. Mil cabras, três mil ovelhas, tudo indo bem. Era o dia da tosquia, que era basicamente o pico do faturamento anual dele. Estrutura transbordando, caixa cheio, negócio funcionando. E foi exatamente aí que tudo desandou. Davi manda dez rapazes com uma mensagem respeitosa. Pede uma contribuição, lembra que os homens dele protegeram os pastores de Nabal no deserto, sem cobrar nada. Foi um pedido legítimo, ...

Deus te vê

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  "Viva do mesmo jeito, em qualquer lugar, diante de qualquer pessoa ou de ninguém. Porque o olhar que mais importa nunca desvia de você" - Pr. Jonathan Nascimento  (Foto: IVV) Pr. Jonathan Nascimento  Hoje vamos falar sobre uma coisa que muita gente evita olhar de frente: o olhar de Deus sobre a nossa vida inteira, não só a parte que a gente deixa aparecer.  Vivemos em um mundo onde aprendemos a separar as versões de nós mesmos. Tem a versão do culto, a versão do trabalho, a versão de casa e a versão do escuro. E, no fundo, muita gente age como se Deus só tivesse acesso a uma dessas versões. Mas o livro de Jeremias vem com uma pergunta que não tem resposta fácil. "Sou eu apenas um Deus de perto, pergunta o Senhor, e não também um Deus de longe? Poderá alguém esconder-se sem que eu o veja? Não sou eu aquele que enche os céus e a terra?" (Jeremias 23:23-24). A cultura pagã daquela época acreditava em deuses territoriais. O deus da montanha, o deus do vale, o deus daq...

A importância está no que eu carrego comigo!

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Foto: Divulgação Pr. Jonathan Nascimento "Disse ele ao servo mais velho de sua casa: 'jure pelo Senhor que não buscará mulher para meu filho entre as filhas dos cananeus, mas irá à minha terra buscar entre os meus parentes uma mulher para meu filho Isaque’” (Gênesis 24.2-4). Sara, a matriarca, tinha acabado de morrer. Isaque já estava com 40 anos e ainda não tinha casado. Para a cultura daquela época, isso era estranho demais: um homem de 40 anos, solteiro, sem filhos, era visto quase como uma falha de continuidade. A promessa de Deus de fazer de Abraão uma grande nação estava ali, travada, dependendo de um homem solteiro que ainda chorava a morte da mãe. Abraão já estava velho, de idade bem avançada. Tinha uma urgência no ar. A linhagem do Reino corria o risco de parar ali, se aquela história não desse certo. Não era só sobre achar uma esposa para Isaque, era sobre garantir o destino de uma promessa. Uma missão logicamente impossível Então, Abraão chama Eliézer, o servo mais ...

Jesus está na sua porta

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“Eis que estou à porta, e bato...” (Apocalipse 3:20) Deus conhece toda a sua história. Antes mesmo de você nascer, Ele já sabia das suas fraquezas, medos, erros e dores. Ainda assim, escolheu te amar, te chamar pela graça e te dar a oportunidade de ser chamado filho de Deus. Isso revela que o amor do Pai não é baseado no que você consegue oferecer, mas na misericórdia dEle. Jesus continua passando de porta em porta, procurando corações dispostos a recebê-lo. Assim como aconteceu com Zaqueu, Cristo também olha para você hoje e deseja entrar na sua casa, na sua rotina, nos seus pensamentos e no lugar mais profundo do seu coração. Mas existe algo que Deus nunca fará: forçar entrada. A decisão de abrir a porta é sua. Quando Zaqueu ouviu a voz de Jesus, ele desceu depressa e o recebeu com alegria. Esse é o tipo de entrega que Deus espera: um coração disponível, humilde e disposto a colocar Cristo em primeiro lugar. Receber Jesus não significa apenas acreditar que Ele existe; significa acomo...

O amor que nos constrange a mudar

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Foto: IVV “Porque o amor de Cristo nos constrange...” (2 Coríntios 5:14) O amor de Cristo não é apenas um sentimento bonito, é uma força que transforma, confronta e nos chama à mudança. Quando esse amor habita em nós, ele não nos deixa confortáveis no erro. Pelo contrário, ele nos constrange, ou seja, nos envolve de tal maneira que passamos a olhar primeiro para dentro antes de apontar para fora. Sem esse amor, o coração se endurece. A pessoa até pode ouvir a verdade inúmeras vezes, mas não consegue enxergar a si mesma. Torna-se especialista em identificar falhas nos outros, enquanto ignora as próprias. Por isso, Jesus nos alerta a tirar primeiro a “trave” dos nossos olhos, antes de tentar corrigir o “argueiro” do irmão. Quando o amor de Cristo está presente, algo muda. Nasce em nós um senso de responsabilidade espiritual. Em vez de acusar, passamos a nos examinar. Em vez de julgar, buscamos compreender. Em vez de falar impulsivamente, aprendemos a refrear a língua. Esse amor também no...

A esperança que se constrói no caminho

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Ser justificado pela fé não é apenas um ponto de chegada, é o início de uma jornada. O apóstolo Paulo nos mostra que, em Cristo, temos paz com Deus e acesso à Sua graça, mas também revela que a esperança não nasce pronta, ela é construída. As tribulações, que muitas vezes queremos evitar, são ferramentas nas mãos de Deus. Elas produzem paciência. A paciência, por sua vez, forma em nós experiência: uma história viva de encontros com a fidelidade de Deus. E essa experiência fortalece algo precioso: a esperança. Não se trata de uma expectativa vazia, mas de uma certeza firme de que Deus cumpre o que promete. Cada luta enfrentada, cada oração respondida (ou sustentada no silêncio), reforça dentro de nós a convicção de que Ele está presente e conduzindo tudo. Por isso, mesmo em meio às dificuldades, há motivo para permanecer firme. O Espírito Santo derrama o amor de Deus em nossos corações, sustentando-nos no processo. E, no fim, percebemos que não era apenas sobre suportar, era sobre ser t...

Seja firme e constante

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Foto: IVV “O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos” (Tiago 1:8). A inconstância revela um coração dividido. Em um momento, há paz; no outro, palavras duras, atitudes impensadas e reações desproporcionais. Esse tipo de comportamento não apenas fere pessoas, mas também demonstra uma fé instável. Quem vive assim não deve esperar receber algo do Senhor (Tiago 1:7). Deus se agrada da firmeza, da integridade e de um coração alinhado com Ele. Jesus nos ensina a sermos simples e constantes: “Seja o vosso falar: sim, sim; não, não” (Mateus 5:37). Não é normal que da mesma boca saiam bênção e maldição (Tiago 3:10). Há um chamado para viver uma vida coerente com aquilo que professamos. A boa notícia é que existe um lugar onde a inconstância perde força: na presença do Senhor. É Nele que encontramos equilíbrio, domínio próprio e um coração firme.

Negue-se, tome a sua cruz e siga Jesus

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Foto: IVV “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me” (Marcos 8:34).  Seguir a Cristo não é um convite confortável, é um chamado à transformação. Jesus nos mostra um caminho claro: aproximar-se d’Ele, renunciar o próprio eu, morrer para a velha natureza e viver uma nova vida em obediência. Muitas vezes queremos apenas observar, ouvir, analisar, até admirar, mas sem nos envolver de verdade. Porém, o Reino de Deus não é para espectadores, é para participantes. Aproximar-se de Jesus exige atitude de adoração e entrega sincera. Negar-se a si mesmo é o passo mais difícil, pois confronta nossos desejos e vontades. Não há espaço para Cristo reinar onde o “eu” ainda governa. É preciso morrer para aquilo que nos afasta de Deus, para então experimentar a verdadeira vida. Tomar a cruz significa crucificar diariamente a velha natureza. Não existe ressurreição sem morte, nem transformação sem renúncia. E seguir Jesus é aceitar o caminho, mesmo quando ele p...

Domingo da Ressurreição: O fim que virou o começo

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📖 “Ele não está aqui; ressuscitou!” (Lucas 24:6). O túmulo vazio é a maior prova de que a esperança nunca morre. Aquilo que parecia o fim – a cruz, o silêncio, a dor – tornou-se o começo de uma nova história.  A ressurreição de Jesus Cristo não foi apenas um milagre, mas a declaração definitiva de que a vida venceu a morte. No domingo, a tristeza das mulheres que foram ao sepulcro foi transformada em alegria indescritível. O que antes era luto, agora era vida. O que parecia derrota, revelou-se vitória.  Assim também acontece conosco: Deus transforma nossos momentos mais sombrios em testemunhos de Sua fidelidade. A ressurreição nos lembra que nenhuma situação está perdida quando colocada nas mãos de Deus. Há sempre um “terceiro dia” preparado, um tempo de recomeço, de restauração e de vida nova. Hoje, celebre. Não apenas um evento do passado, mas uma realidade viva: Cristo ressuscitou, e com Ele, nossa esperança também ressuscita. Oremos: Senhor, obrigado porque a morte não t...

Sábado de Aleluia: o silêncio que prepara o milagre

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O Sábado de Aleluia é um dia de aparente silêncio. Jesus está no sepulcro. As promessas parecem suspensas. A dor da cruz ainda é recente, e a alegria da ressurreição ainda não chegou. É o dia do “entre”. Entre a promessa e o cumprimento. Entre a dor e a vitória. Entre o fim que parecia definitivo e o recomeço que Deus já estava preparando. Para os discípulos, aquele sábado foi confuso. Tudo o que eles esperavam parecia ter acabado. Mas o céu não estava em silêncio por ausência, estava em movimento, mesmo que invisível. Assim também acontece conosco. Há dias em que oramos e não vemos resposta. Momentos em que tudo parece parado, sem sinal de mudança. Mas o Sábado de Aleluia nos ensina que Deus também trabalha no silêncio. O túmulo não era o fim, era o cenário de um milagre prestes a acontecer. Hoje, se você está vivendo um “sábado” na sua vida, não desista. O silêncio de Deus não é abandono. É preparação. Porque quando o domingo chega, a vida vence a morte, a esperança vence o medo e aq...

Sexta-feira Santa: Da maldição à redenção

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Pr. José Afonso A cruz era destinada aos piores homens. Representava vergonha, dor e humilhação. Era símbolo de condenação pública e morte lenta. Um castigo reservado a assassinos, cruéis e perversos. O condenado era exposto completamente. Sob o sol escaldante do dia e o frio cortante da noite, permanecia suspenso entre o céu e a terra, sem defesa, sem abrigo, sem dignidade. A chuva caía sobre suas feridas abertas. O vento tocava sua carne rasgada. A execução não era apenas uma morte, era um espetáculo de sofrimento. Aves de rapina sobrevoavam o local da crucificação. Aproximavam-se dos corpos enfraquecidos e, muitas vezes, começavam a dilacerar as partes mais vulneráveis.  As áreas mais moles do corpo eram atingidas primeiro. O rosto, já desfigurado pela dor, tornava-se alvo. Olhos podiam ser feridos. A carne era exposta à degradação pública. Era uma cena brutal. Desumana. Humilhante. A cruz representava maldição: 📖 “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por...

Quinta-feira Santa: A Ceia da comunhão e da humildade

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Na noite da Quinta-feira Santa, Jesus transforma uma simples refeição em um memorial eterno. Ao partir o pão e oferecer o cálice, Ele institui a Santa Ceia, um convite contínuo para lembrarmos do Seu sacrifício e permanecermos em comunhão com Ele. Mas, antes disso, Ele se ajoelha, lava os pés dos discípulos e redefine o significado de grandeza: servir, amar, se entregar. Não é apenas sobre lembrar de Cristo à mesa, mas imitá-Lo tratando os outros superiores a si mesmo. A Ceia nos chama à comunhão e à vida eterna. O lava-pés nos chama à prática do amor e da humildade. Reflita: você tem participado da mesa com reverência? Tem vivido esse amor no seu dia a dia e nutrido a esperança de viver para sempre com Cristo? Oremos: Senhor Jesus, que eu nunca me esqueça do Teu sacrifício representado na Ceia. Ensina-me a viver com humildade, servindo como Tu serviste. Que minha fé seja uma lembrança viva e ação constante. Amém.

Quarta-feira Santa: A conspiração contra o Salvador

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Foto: IVV Que possamos refletir neste dia sobre o silêncio que antecede a cruz. É um dia marcado por tensões invisíveis, decisões ocultas e corações divididos. Enquanto alguns conspiravam, Jesus permanecia firme em sua missão, demonstrando que a fidelidade a Deus não depende das circunstâncias ao redor. Este é um convite para olharmos para dentro: em meio às nossas próprias inquietações, onde está o nosso coração? Estamos sendo guiados pela verdade ou pelas conveniências? Que hoje possamos escolher a lealdade, mesmo quando ela custa caro. Que o nosso compromisso com Deus não seja negociável, mas sustentado pela fé e pelo amor. Oração: Senhor, ajuda-me a permanecer fiel, mesmo nos momentos de silêncio e incerteza. Fortalece meu coração para escolher o que é certo, acima de tudo. Amém.

Terça-feira Santa: Um coração alinhado à verdade

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Em dado momento antes da crucificação, vemos Jesus ensinando no templo, confrontando a hipocrisia e revelando verdades profundas sobre o Reino de Deus (Mateus 23). Suas palavras são firmes, mas cheias de propósito: chamar o coração humano de volta à sinceridade e à justiça. Jesus não se impressiona com aparências. Ele olha para o interior, para aquilo que ninguém mais vê. E hoje, Ele continua nos convidando a viver uma fé autêntica, não apenas de palavras, mas de atitudes. Este é um dia de reflexão: será que temos vivido uma fé verdadeira ou apenas mantido uma aparência de espiritualidade? Oração: Senhor, purifica meu coração. Livra-me de viver de aparências e ensina-me a andar em verdade. Que minha vida reflita aquilo que eu creio. Amém.

Segunda-feira Santa: A purificação do templo

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📖 “Minha casa será chamada casa de oração” (Mateus 21:13). Na segunda-feira da Semana Santa, somos convidados a refletir sobre a purificação do coração, inspirados no momento em que Jesus Cristo expulsa os vendedores do templo (Mateus 21:12-13). Assim como o templo foi purificado, Deus também deseja limpar tudo aquilo que ocupa, indevidamente, o espaço do nosso coração. Às vezes, permitimos que preocupações, vaidades ou distrações tomem o lugar da presença divina. Mas hoje é um chamado ao realinhamento. Que esta segunda-feira seja um momento de examinar o interior: o que precisa ser retirado? O que precisa ser restaurado? Deus não busca perfeição, mas um coração disponível e sincero. Oração Senhor, purifica o meu coração. Retira tudo aquilo que não vem de Ti e ensina-me a viver com mais verdade, fé e entrega. Que minha vida seja um espaço onde a Tua presença habite plenamente. Amém.

Podcast A Hora da Verdade - Bispo Luciano Nascimento

Livro: Verdades que marcam - Vol 1 (PDF)

Livro: A Hora da Verdade - O novo brotar (PDF)